Sejam Bem Vindos

Estou aqui na tentativa de criar um blog relacionado a pesquisas e temáticas que abordem toda a produção histórica.
Mande seu trabalho ou pesquisa para ser publicado no blog e ajude a espalhar cada vez mais o conhecimento.
Contato: Handresson2007@hotmail.com

[...] nada do que já tenha ocorrido se perdeu para a história.WALTER BENJAMIN, Sobre o Conceito de História (1940)

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

A INVERSÃO DOS PAPÉIS

A INVERSÃO DOS PAPÉIS

                “Puta”, palavra feia, pesada, palavrão, reverso de boas chineladas em minha infância. Mais tarde, chegando nas cidades, me deparei com Elas em várias circunstâncias, período em que Colegas deixavam suas Namoradas aos sábados(dia oficial do namoro) em suas casas, mais ou menos as 9 da noite e corriam para a Zona. Em outros casos, pais financiavam amigos para levar os filhos para o Cabaré, em idade mais ou menos precoce, era o elixir da Masculinidade.
                Mas o Tempo implacável, transformou o vocabulário, o palavrão e as chineladas, o “Ficar” passou a ser o momento crucial de uma Sexualidade Moderna e literalmente rápida. A Profissão mais antiga da Humanidade entrou em crise, tornou-se sinônimo de promiscuidade, até nisso nossa Democracia sexual perdeu terreno para a Alta Prostituição.
                Estamos num novo tempo,  um novo Mundo, mas onde o nosso Povo sobrevive como possível, se adequando a qualquer mudança, mesmo às impossíveis. E eis que, em vésperas de carnaval, no centro da cidade, me deparo com algumas Prostitutas, outrora Putas, mas bem compostas, com saia no joelho, e  pouco umbigo à vista. É como se a velha profissão, num novo esforço de resistência, necessitasse se mostrar diferenciada, sendo sem parecer ser, numa  extraordinária  inversão de papéis, diante da “Jovem de Família”, o novo marketing da Prostituição Tupiniquim.
                                                                                                            Prof. Ivo Lira

domingo, 23 de outubro de 2011

Senhora História

      Um dia um professor meu me disse: “A história não deve ser ensinada como uma senhora cansada e feia, e sim como uma senhora bela e cheia de atrativos.”
     Acredito que o professor que me disse isso que, infelizmente não lembro o nome, estava falando dos profissionais que estão cansados e pensam que história é apenas ler. Ai fica aquela história velha e cansativa. Não! História pode ser uma bela senhora. E com esse pensamento decide lançar esse blog com esse nome “Senhora História”.
      A imagem que escolhi é de: Margareth Thatcher ou A dama de ferro da Grã Bretanha. Pode ser considerada um marco na historia da Grã Bretanha, pois foi a primeira mulher a se tornar primeira ministra de seu país!

Voltei!


O blog Senhora História vai voltar a ativa, porém entrei em outro ramo, que é blog de Humor Acesse: www.guardasnoturnos.blogspot.com , nesse blog junto com um amigo vamos trazer o melhor na net e criar novas imagens, para que vocês possam rir um pouco, acesse o blog e confira.

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Carroça, Criança e Cachaça


Por:  Prof. Afonso Ivo de Lira
                                                                           
Minha caminhada matinal diária, ao amanhecer do dia, ao lado do Canal do Arruda, no Recife, me leva a ver cenas inusitadas e até grotescas. Em três momentos, nos últimos dias, em março de 2011, fui impulsionado a escrever sobre elas.
      
Recordo-me  da casa de uma tia, no interior de Pernambuco, num dia de feira, mais ou menos em 1960, depois de comunicado que o almoço estava na mesa, um conterrâneo Camponês, retira o chapéu da cabeça e responde “fazerei presença”. Mas a mesa que queremos mostrar é uma outra, em março de 2011, meio século depois, em Recife, ao lado do Canal do Arruda.
      
Carroças com suas enormes cargas, puxadas à gente, após noite de labuta, se congregam próximas de um depósito de compra de material reciclável, onde a “mais valia” se desdobra em mais  um espetáculo de acumulação. Homens desnudos são arrancados de suas últimas centelhas de vida para o show da degradação, onde a droga talvez seja a sua esperança mais próxima.
      
Eis o Quadro possível, pintado no lampejo da sujeira, da escuridão, da incompreensão, da invisibilidade, enfim da realidade espantosa. Mas é desse mesmo Quadro turvo, triste, que vislumbro algo estranho, no clarear do dia, uma mesa, umas três cadeiras e um litro de Cachaça em cima. É a vida dando sinal, se emoldurando na Cena, se mostrando na Droga, é a Esperança numa mesa semi posta.
       
Numa outra Cena, às cinco e quinze da manhã, mais uma Carroça puxada à Gente, um Casal chegando em mais uma madrugada, maturando uma Criança para o Bolsa Escola. Não deixa de ser uma Atividade Produtiva, geradora de novas ocupações, mas é a Criança exposta aos contatos insalubres de uma noite suja.
      
O Menorzinho, de colo ainda, se queda numa espécie de bacia, amarrada na frente da Carroça, olhando para as costas dos Animais Humanos que se alternam na tração da sujeira da sobrevivência. Numa certa tranqüilidade, com um “bom dia”, saudando minha tensão de um amanhecer de perspectiva amarga, mas dando visibilidade ao ato insólito de uma existência desumana, mas viva.
      
Mais à frente, Nova Cena, uma outra Carroça parada, abandonada, está ao lado de um papelão dobrado em três partes, escondendo um Homem de cócoras, dando mal exemplo, porém menos mal de que o mictório público ao ar livre, dos carnavais de Olinda e Recife.
      
Enfim, eis o meu Recife, mal cheiroso, onde a invisibilidade cata no Lixo, latinha, papel, papelão, vidro, ao lado de uma Classe Média vibrante, Carnavalesca, mas cuidado que há uma Pequena Vida pendurada numa Carroça, “olha o freio do carro”, atenção que o Sistema ainda precisa da sobrevivência dos futuros Desempregados, recolhendo os Dejetos da podridão do Capitalismo.

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Versos Militantes


Por Thiago Oliveira Acesse: http://batedeiraindustrial.blogspot.com/
I
Nas ruas, as sirenes iluminam uma noite sem lua.
Nas celas, cedem as moças, pois os brutos usam a força.
Nas casas, pessoas se escondem com medo das casacas.
Nos quartéis, quem diria? A disciplina dá lugar à euforia.

II
A liberdade foi obrigada a exilar-se bem longe daqui.
Só há espaço para o futebol e a novela nos distrair.
No jornal as reportagens são receitas de bolo.
E o som de um velho violão nos serve de consolo.

III
Cem mil estão na praça, caminhando sem destino.
Hoje é um terrorista, ontem só era um menino.
A banda segue tocando uma música sem graça.
E a cultura é camuflada pra evitar as ameaças.

IV
Quem tem ouvidos ouça, não se deixe enganar.
Pois se engana aquele que pensa nos calar.
Pois se a boca não fala arranjar-se-á outro meio.
Podemos não vencer o tanque, mas o enfrentaremos sem receio.

O Discurso da Discórdia

No dia 1º de Abril de 1964 os Jornais noticiavam que os militares estavam no poder. Não era uma mentira, não era engraçado, e durou 21 anos. Por isso, nesse mês, cinco postagens serão relacionadas a essa tenebrosa parte de nossa historiografia. Talvez o ápice do totalitarismo tenha sido o A-I 5, o ato institucional baixado em Dezembro de 1968, durante o governo de Costa e Silva. A partir daí a Ditadura mostra sua cara abertamente. O congresso é fechado, mandatos caçados, suspensão do habeas corpus, intervenções nos estados e municípios, e a censura instituída para conter os “subversivos”.

Pouca gente sabe que o estopim pra os militares decretarem o AI-5 foi o discurso do deputado Márcio Moreira Alves, proferido no dia 2 de Setembro na Câmara dos Deputados,  tido como uma provocação. A cúpula militar solicita a cassação de seu mandato, mas vê o seu pedido recusado. O Batedeira tem a honra de exibir na integra esse discurso histórico. Provocativo sim, e com uma conotação sexual para escandalizar os moralistas da época. Apreciem a leitura:

"Senhor presidente, senhores deputados,

Todos reconhecem ou dizem reconhecer que a maioria das forças armadas não compactua com a cúpula militarista que perpetra violências e mantém este país sob regime de opressão. Creio ter chegado, após os acontecimentos de Brasília, o grande momento da união pela democracia. Este é também o momento do boicote. As mães brasileiras já se manifestaram. Todas as classes sociais clamam por este repúdio à polícia. No entanto, isto não basta.

É preciso que se estabeleça, sobretudo por parte das mulheres, como já começou a se estabelecer nesta Casa, por parte das mulheres parlamentares da Arena, o boicote ao militarismo. Vem aí o 7 de setembro.

As cúpulas militaristas procuram explorar o sentimento profundo de patriotismo do povo e pedirão aos colégios que desfilem junto com os algozes dos estudantes. Seria necessário que cada pai, cada mãe, se compenetrasse de que a presença dos seus filhos nesse desfile é o auxílio aos carrascos que os espancam e os metralham nas ruas. Portanto, que cada um boicote esse desfile.

Esse boicote pode passar também, sempre falando de mulheres, às moças. Aquelas que dançam com cadetes e namoram jovens oficiais. Seria preciso fazer hoje, no Brasil, que as mulheres de 1968 repetissem as paulistas da Guerra dos Emboabas e recusassem a entrada à porta de sua casa àqueles que vilipendiam-nas.

Recusassem aceitar aqueles que silenciam e, portanto, se acumpliciam. Discordar em silêncio pouco adianta. Necessário se torna agir contra os que abusam das forças armadas, falando e agindo em seu nome. Creia-me senhor presidente, que é possível resolver esta farsa, esta democratura, este falso impedimento pelo boicote. Enquanto não se pronunciarem os silenciosos, todo e qualquer contato entre os civis e militares deve cessar, porque só assim conseguiremos fazer com que este país volte à democracia.

Só assim conseguiremos fazer com que os silenciosos que não compactuam com os desmandos de seus chefes, sigam o magnífico exemplo dos 14 oficiais de Crateús que tiveram a coragem e a hombridade de, publicamente, se manifestarem contra um ato ilegal e arbitrário dos seus superiores."

terça-feira, 19 de abril de 2011

A Palavra Filosofia

A palavra filosofia é de origem grega. É composta por duas outras: philo e sophia. Philo deriva-se de philia, que significa amizade, amor fraterno, respeito entre os iguais. Sophia quer dizer sabedoria e dela vem à palavra sophos, sábio. 

Filosofia significa, portanto, amizade pela sabedoria, amor e respeito pelo saber. Filósofo: o que ama a sabedoria, tem amizade pelo saber, deseja saber. Assim a filosofia indica um estado de espírito da pessoa que ama, isto é, daquela que deseja o conhecimento, o estima, o procura e o respeita. 

Pitágoras de Samos teria afirmado que a sabedoria plena e completa pertence aos deuses, mas que os homens podem desejá-la ou amá-la, tornando-se filósofos. “Quem quiser ser filósofo necessitara infantilizar-se, transformar-se em menino”. (M. Garcia Morente).

A História do Relógio de sol (Gnomon)

O relógio de sol, o mais antigo objeto usado pelo homem para medir o tempo, funciona observando-se a mudança de posição e comprimento das sombras projetadas pelo Sol nos diferentes períodos do dia. 

Localizados no Egito, os primeiros relógios, que datam de aproximadamente 3500 a.C., eram compostos apenas por um pilar, chamado gnomon, e podiam mostrar as duas metades do dia .

Mais tarde, escalas de medidas foram adicionadas em volta da coluna para que os dias pudessem ser divididos em períodos mais curtos. 

A primeira evidência de divisão do tempo em partes iguais data de 1500 a.C.

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Salve as Crianças!!!

Essa charge fala um pouco da realidade de muitos pais, que no lugar de brincar com os filhos procuram colocar os filhos na frente da tv com um video-game e esquece que brincadeira boa é a da "rua" (bola, brincadeiras de roda, pega pega, pega congelo, etc.)

domingo, 17 de abril de 2011

A História do Papel

Os egípcios inventaram o papiro, no início da era cristã, trançando fatias finíssimas de uma planta com o mesmo nome, retiradas das margens do rio Nilo.

No século II, o papiro fazia tanto sucesso entre os gregos e os romanos, que os mandatários do Egipto decidiram proibir a sua exportação, temendo a escassez do produto. Isso disparou a corrida atrás de outros materiais.

Na cidade de Pérgamo, na Antiga Grécia (hoje, Turquia), foi usado o pergaminho, obtido da parte interna da pele do carneiro. Grosso e resistente, ele era ideal para os pontiagudos instrumentos de escrita dos ocidentais que cavavam sulcos na superfície do suporte, os quais eram, depois, pacientemente preenchidos com tinta.

O pergaminho, entretanto, não era liso e macio o suficiente para resolver o problema dos chineses, que praticavam a caligrafia com o delicado pincel de pêlo, inventado por eles ainda no ano 250 a.C. - só lhes restava, assim, a solução muito menos econômica de escrever em tecidos como a seda.

E o tecido, naqueles tempos antigos, podia sair tão caro como uma pedra preciosa. Provavelmente, o papel já existia na China desde o século II a.C., como indicam os restos num túmulo, na província de Shensi.

Mas o facto é que somente no ano 105, o oficial da corte T'sai Lun anunciou ao imperador a sua invenção. Tratava-se, afinal, de um material muito mais barato do que a seda, preparado sobre uma tela de pano esticada por uma armação de bambu. Nessa superfície, vertia-se uma mistura aquosa de fibras maceradas de redes de pescar e cascas de árvores. No ano 750, dois artesãos da China foram aprisionados pelos árabes, na antiga cidade de Samarkanda, aos pés das montanhas do Turquistão.

A liberdade só lhes seria devolvida com uma condição - se eles ensinassem a fabricar o papel, que assim iniciou a sua viagem pelo mundo. No século X, foram construídos moinhos papeleiros em Córdoba, Espanha.

Os italianos da cidade de Fabriano começaram a fabricar papel, em 1268, à base de fibras de algodão e de linho, além de cola - substância que, ao envolver as fibras, tornava-as mais resistentes às penas metálicas com que escreviam os europeus. Quanto ao preço, no entanto, papel e pergaminho empatavam, pois era muito difícil conseguir roupas velhas para extrair a celulose.

Quando, na Renascimento, o advento da imprensa fez o consumo de papel aumentar terrivelmente, os ingleses chegaram a determinar que as pessoas só poderiam ser enterradas com trajes de lã, a fim de poupar os trapos de algodão, deixados como herança para os papeleiros. Até hoje o papel-moeda, por exemplo, não dispensa esse nobre ingrediente, que por ter fibras longuíssimas faz um produto difícil de rasgar.

O algodão demorou até ser substituído.
Apenas em 1719, o entomologista René de Réaumur (1683-1757) sugeriu trocá-lo pela madeira. Ele observou vespas a construir ninhos com uma pasta feita a partir da mastigação de minúsculos pedaços de troncos

A História do Mouse de Computador

O mouse de computador foi criado por Douglas Engelbart, em 1968, resultado de um projeto que durou cinco anos.

Engelbart, nascido em 30 de janeiro de 1925, no Oregon, EUA, trabalhou no Instituto de Pesquisa de Stanford, onde desenvolveu o "ratinho de mesa".

Sua primeira versão era feita de madeira, movia-se sobre pequenas rodas e tinha apenas um botão.

A popularização do equipamento, tão indispensável hoje, começou bastante tarde, quando em 1982 a Appel lançou o sistema de "apontar e clicar", mesmo ano em que ganhou mais uma tecla.

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Frases nos para-choques dos caminhões

Algumas da até pra refletir, como a que se encontra na imagem.


PÁRA-CHOQUES DE CAMINHÃO
01 - Se ferradura desse sorte, burro não puxava carroça.
02 - Deus pôde fazer o mundo em 6 dias porque não tinha ninguém perguntando quando ia ficar pronto.
03 - Mais virgindades já se perderam pela curiosidade do que pelo amor.
04 - Mulher de amigo meu pra mim é que nem violino… viro a cara e meto a vara.
05 - Cada ovo comido é um pinto perdido.
06 - Se andar fosse bom, o carteiro seria imortal.
07 - Mulher feia é igual a ventania, só quebra galho.
08 - Os últimos serão os primeiros e os do meio, sempre serão os do meio.
09 - Filho é igual peido: você só agüenta o seu.
10 - Mulher é que nem lençol: Da cama para tanque, do tanque para a cama.
11 - Quem dá aos pobres, tem que pagar o Motel!
12 - Se barba fosse respeito, bode não tinha chifre.
13 - Se tamanho fosse documento o elefante era dono do circo.
14 - A mulher foi feita da costela…imagine se fosse do filé.
15 - Coloque a bandeira nacional na cara dela e faça pela pátria!!
16 - Adoro as rosas, mas prefiro as trepadeiras…
17 - Se chiar resolvesse, Sal de Frutas não morria afogado.
18 - Todos os cogumelos são comestíveis. Alguns só uma vez.
19 - Quem tem olho gordo, usa colírio diet.
20 - Macho que é macho não engole sapo, come perereca!
21 - Existem três tipos de pessoas: as que sabem contar e as que não sabem.
22 - Aonde vamos parar? Até Papai-Noel anda saindo com veados.
23 - Não faça na vida pública aquilo que você faz na privada.
24 - Nasci careca, pelado e sem dente. O que vier e lucro!
25 - Seja legal com seus filhos. Eles que vão escolher seu asilo.
26 - Rouba dos ricos e dá aos pobres. Além de ladrão é gay.”
27 - A pior das sextas-feiras ainda é melhor do que a melhor das segundas-feiras.
28 - Não há melhor momento do que hoje para deixar para amanha o que você não vai fazer nunca.
29 - Eu sempre me importei com a beleza interior da mulher. Uma vez dentro…beleza!
30 - Sexo grátis, amor a combinar.
31 - Se o amor é cego o negocio é apalpar.
32 - Se sua mulher pedir mais liberdade, compre uma corda mais comprida…
OBS: Cada um tenta criar consciência crítica nos outros como pode. Faça sua parte mesmo que você ache muito pouco.

A História do Microscópio


Os primeiros microscópios simples, limitados à ampliação de uma única lente, foram construídos na metade do século XV e utilizados inicialmente para investigar o mundo dos insectos.


Por causa da dificuldade em produzir vidro puro na época, as lentes dos microscópio distorciam as imagens e contornavam-nas com halos e espectros de cores.


Em 1590, o holandês Hans Janssen e o seu filho, Zacharias, planearam o primeiro microscópio.


Era composto por uma objectiva de lente convexa e uma lente (de luneta) côncava, conforme relatou Galileu Galilei em 1609.


Outro holandês, Anton van Leeuwenhoek (1632-1723), trabalhava numa loja de tecidos e, nas horas vagas, fazia experiências com vidro moído para produzir lentes.


Usava o microscópio para observar os fios e depois passou a examinar a anatomia dos menores animais conhecidos. Ele produziu microscópios tão eficientes que estabeleceu, praticamente sozinho, o ramo da microbiologia.


Aos poucos, ele convenceu uma comunidade científica bastante céptica que uma importante teoria da época, a da geração espontânea (a crença de que organismos vivos podem originar de matéria inanimada), era uma grande palermice.


Larvas não nasciam da carne podre, nem moscas da areia, nem enguias dos bancos lodosos dos lagos; estas criaturas reproduziam-se por ovos colocados pela fêmea e fertilizados pelo macho. Leeuwenhoek também é considerado o primeiro a realizar descrições precisas dos glóbulos vermelhos (para espanto dos fisiologistas da época), das bactérias que habitam a boca e os intestinos dos seres humanos (para horror da população) e da forma e locomoção do espermatozóide humano.

II EREH 2011 - Sergipe Inscrições antecipadas encerradas!!!

INSCRIÇÕES ANTECIPADAS ENCERRADAS

A partir de agora, as inscrições serão feitas presencialmente no dia 20/04 - primeiro dia do encontro - com o valor de R$60,00, sem alimentação.

Att, Comissão de Inscrição e Credenciamento.

Para mais informações acesse: http://iierehnese.blogspot.com

terça-feira, 12 de abril de 2011

Tira da Verdade; Comércio religoso

Se tiver ruim para ler as tiras click nela para aumenta o tamanho. Gostou? acesse o site: http://www.umsabadoqualquer.com/ e tenha mais tiras para se divertir. 

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Fanatismo Religioso Templo dos Povos Jonestown O Inferno do pastor Jim Jones


Talves você, que tem menos de 35 anos de vida, não conheça a história da seita Templo dos Povos, fundada por Jim Jones. Este homem, com cerca de 40 anos, reuniu oprimidos e marginalizados nos EUA (em geral de raça negra) em troca de bens (dinheiro, terrenos, casas…) que ajudaram a consolidar a sua Obra(seita), logo auto-denominada de Igreja, o Templo dos Povos (TEMPLE OF PEOPLES). Rapidamente se formou um séquito de fanáticos e o pastor acabaria por fundar a cidade de Jones – Jonestown – na Guiana, em 1977. Quando começou a ser perseguido pelas autoridades dos EUA, Jim Jones ordenou a ida de todos os fieis para Jonestown, abandonando as sedes da seita nos Estados Unidos.

Já em Jonestown os crentes eram obrigados a admirar os seus discursos (dia e noite) e quaisquer resistências acabavam num espancamento, dito justiceiro. A fidelidade em relação ao Mestre não se discutia e eram freqüentes as denúncias entre familiares como prova de lealdade. Era absolutamente proibido opinar acerca das regras estabelecidas e sequer sugerir o abandono. Jim Jones punia severamente aqueles que tentavam abandonar a seita. Uma vez, num simulacro de suicídio coletivo, Jim Jones quis testar a lealdade incondicional dos seus seguidores. Para isso, pediu a todos os membros da seita para beberem veneno. Todos beberam e só posteriormente se confirmou que a bebida era inofensiva.

Jim Jones durante seus "sermões"

Entretanto, de Jonestown chegavam à América notícias dos desvarios do líder da seita que incluíam orgias sexuais com crianças. O congressista pela Califórnia Leo Ryan, respondendo às solicitações dos eleitores, disponibilizou-se para ir à Guiana. No dia da visita a Jonestown, após verificar o desejo de alguns dissidentes em regressar aos EUA, apercebeu-se que realmente algo de muito grave se passava ali e fez com que Jim os libertasse. Este cedeu, mas quando Leo Ryan e os agora “ex-seguidores” se deslocavam para o avião, foram abatidos a tiro numa emboscada juntamente com dois jornalistas. Jim Jones apercebeu-se que o fim da seita estava por chegar, pois o governo dos EUA iria agir em perante a gravidade da situação.

Na mesma hora o “pastor” reuniu o “rebanho” para o último “sermão”. Falou dos inimigos preferindo a suposta honra da morte à rendição, exigindo que todos ingerissem um refresco de cianeto. E assim morreram, cerca de 913 pessoas. Três seguidores, que já algum tempo tentavam a fuga, conseguiram nesse mesmo dia fugir para a selva. Mais tarde, os sobreviventes contaram que as mães metiam o veneno na boca das crianças enquanto as famílias esperavam serenamente pelo desenlace. Morreram bebês, crianças, mães, pais, avós… Jim Jones suicidou-se com um tiro na cabeça.

Assista a esses dois videos e veja a reportagem na integra.

domingo, 10 de abril de 2011

Até quando isso não vai ser crime?


Um cara dessa qualidade já era para está preso há muito tempo. Assista ao vídeo e tire suas próprias conclusões.

Professora dá dicas de o que dizer às crianças

Diálogo franco e aberto sobre o massacre, mas precaução ao permitir o acesso a imagens da tragédia são as principais dicas de Leila Salomão Tardivo, professora do Departamento de Psicologia da USP, sobre como os pais devem lidar com o assunto. Ela diz também que é uma oportunidade para que a família se reúna e discuta valores. Veja abaixo as principais recomendações.
Abertura. Não se deve proibir ou evitar que a criança fale sobre o assunto, caso ela cite o massacre de Realengo. Segundo a psicóloga, é importante deixar que ela fale espontaneamente sobre o tema e se sinta à vontade para comentar medos e receios.
Exposição. Os pais devem evitar que menores de 10 anos sejam expostos a imagens chocantes, como corpos ensanguentados ou com pessoas desmaiando, extremamente emocionadas. Segundo a psicóloga, isso não vai acrescentar nada de positivo à vida delas e ainda pode causar traumas, principalmente entre os menores de 5 anos.
Valores. Uma conversa em família pode ressaltar a importância de valores, como a solidariedade e o respeito às demais pessoas. A escola deve participar desse processo. Também é importante explicar para as crianças que não é todo dia que acontece um massacre como o de Realengo e a segurança delas não está ameaçada.

A história do gravador de cassetes

Thomas Alva Edison (1847-1931) esboçou em 1877 uma máquina com um cilindro recoberto de estanho, movido a manivela e com um bocal, no qual se falava fazendo vibrar uma agulha. A agulha arranhava o estanho e depois, passada pelos mesmos sulcos, reproduzia o som. O próprio Edison inaugurou o seu fonógrafo ou "máquina de falar" recitando os versos da canção infantil Mary had a little lamb.

Muitas outras tentativas para se chegar a um gravador foram feitas. Nada muito prático até 1935, ano em que a empresa alemã I.G. Farben produziu uma fita magnética de rolo. Pouco tempo depois, a também alemã AEG Telefunken criou o "Magnetofone", que podia gravar e reproduzir o som. Durante a Segunda Guerra Mundial, as emissoras de rádio da Alemanha usaram a nova máquina para gravar os discursos de Adolf Hitler e depois colocá-los no ar.

O gravador de cassetes foi uma criação da Philips, na Holanda, em 1963. A empresa liberou a patente a todos os interessados para encorajar a sua adoção em todo o mundo.

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Reflita! "A gente se acostuma"

Eu sei que a gente se acostuma. Mas não devia.


A gente se acostuma a morar em apartamento de fundos e não ver vista que não sejam as janelas ao redor. E porque não tem vista logo se acostuma a não olhar para fora. E porque não olha para fora, logo se acostuma e não abrir de todo as cortinas. E porque não abre as cortinas, logo se acostuma a acender mais cedo a luz. E, à medida que se acostuma, se esquece do sol, se esquece do ar, esquece da amplidão.

A gente se acostuma a acordar sobressaltado porque está na hora. A tomar café correndo porque está atrasado. A ler o jornal no ônibus porque não pode perder tempo. A comer sanduíche porque não dá para almoçar. A sair do trabalho porque já é noite. A cochilar no ônibus porque está cansado. A deitar cedo e dormir pesado sem ter vivido o dia.


A gente se acostuma a abrir o jornal e a ler sobre a guerra. E aceitando a guerra, aceita os mortos e que haja números para os mortos. E aceitando os números, aceita não acreditar nas negociações de paz. E não aceitando as negociações de paz, aceitar ler todo dia de guerra, dos números, da longa duração.

A gente se acostuma a esperar o dia inteiro e ouvir no telefone: “hoje não posso ir”. A sorrir para as pessoas sem receber um sorriso de volta. A ser ignorado quando precisa tanto ser visto. 

A gente se acostuma a pagar por tudo o que se deseja e necessita. E a lutar para ganhar com que pagar. E a ganhar menos do que precisa. E a fazer fila para pagar. E a pagar mais do que as coisas valem. E a saber que cada vez pagará mais. E a procurar mais trabalho, para ganhar mais dinheiro, para ter com que pagar nas filas em que se cobra. 

A gente se acostuma a andar nas ruas e ver cartazes. A abrir as revistas e ler artigos. A ligar a televisão e assistir comerciais. A ir ao cinema e engolir publicidade. A ser instigado, conduzido, desnorteado, lançado na infindável catarata dos produtos. 

A gente se acostuma à poluição, às salas fechadas de ar condicionado e ao cheiro de cigarros. À luz artificial de ligeiro tremor. Ao choque que os olhos levam à luz natural. Às bactérias de água potável. À contaminação da água do mar. À morte lenta dos rios. Se acostuma a não ouvir passarinhos, a não ter galo de madrugada, a não colher fruta no pé, a não ter sequer uma planta por perto. 

A gente se acostuma a coisas demais para não sofrer. Em doses pequenas, tentando não perceber, vai afastando uma dor aqui, um ressentimento ali, uma revolta lá.

Se o cinema está cheio, a gente senta na primeira fila e torce um pouco o pescoço. Se a praia está contaminada, a gente só molha os pés e sua o resto do corpo. Se o trabalho está duro, a gente se consola pensando no fim de semana. E se no fim de semana não há muito que fazer, a gente vai dormir cedo e ainda fica satisfeito porque tem muito sono atrasado.


A gente se acostuma a não falar na aspereza para preservar a pele. Se acostuma para evitar sangramentos, para esquivar-se da faca e da baioneta, para poupar o peito.

A gente se acostuma para poupar a vida.
Que aos poucos se gasta, e que, de tanto acostumar, se perde de si mesma. 

Texto de Marina Colassanti

A História da Nintendo


Como fez parte da minha infância na década de 90, pensei em compartilhar com vocês aproveitem.

A Nintendo foi fundada em 1889 por um artesão chamado Fusajiro Yamauchi, no Japão.


A empresa, que é hoje uma das líderes mundiais no mercado de video games, produzia cartas de baralho chamadas Hanafunda, um conhecido passatempo da época, partindo para a América 20 anos depois, com baralhos ocidentais.

Apenas em meados da década de 50 é que a empresa entrou no ramo de brinquedos, até que em 1975 assinou um contrato com a Magnavox, distribuindo o velho Odissey no Japão. Dois anos mais tarde, eles lançaram sua própria plataforma em parceria com a Mitsubishi Electrics, o Color TV Game 6, que rodava algumas versões diferentes de Tênis e vendeu seis milhões de cópias.

quinta-feira, 7 de abril de 2011

A Descoberta de Criptonita na Terra


Criptonita é descoberta na Terra


Cientistas descobriram um mineral que até agora só existia nas histórias do Super-Homem. A fórmula da criptonita (ou kriptonita, como preferem alguns) - o mineral extraterreste que é a única forma de se destruir o homem de aço - foi detalhadamente descrita no filme O Retorno do Super-Homem.

Mas, ao contrário do que seria de se esperar, o novo mineral não foi encontrado em um meteorito ou algo do tipo. Ele foi localizado em uma mina na Sérvia e é branco, tem a textura de um pó e não possui qualquer tipo de radioatividade. No filme, a criptonita é verde e sólida.


Fórmula química da criptonita

Até agora desconhecido, o novo mineral foi estudado pelo Dr. Chris Stanley, do Museu de História Natural da Inglaterra. "No final da minha pesquisa, fiz uma busca na web utilizando a fórmula química do mineral - hidróxido silicato de sódio e lítio - e fiquei maravilhado ao descobrir o mesmo nome científico escrito em uma caixa de pedras de criptonita roubadas por Lex Lutor de um museu no filme O Retorno do Super-Homem."

A criptonita terrestre não oferece nenhum risco, nem para super-heróis e nem para os seres humanos comuns, e ainda poderá ser utilizada como uma fonte de lítio - um metal importantíssimo economicamente, utilizado na fabricação de pilhas, baterias, fuselagens deaviões e medicamentos.


Jadarita, a criptonita terrestre

Mas o novo mineral não será chamado de criptonita. Os cientistas já decidiram que seu nome oficial será jadarita. Eles provavelmente têm suas razões, bem fundamentadas e justificadas.

Mas poderiam ter sido um pouco menos conservadores, principalmente porque acaba de nascer uma variação da bem conhecida expressão de que a vida imita a arte - a natureza agora também parece imitar a arte.

E vai forçar todo mundo a dar um sobrenome ao novo mineral. Afinal, daqui a pouco, quem irá se lembrar do nome jadarita? Mas todos se lembrarão se falarmos da jadarita, a criptonita terrestre.


Fonte:
Artigo publicado em 27/04/2007

Uma Imagem Vale mais do que mil palavras

Cadáver de Enesto Guevara de La Serna, Che Guevara, Morto em 9/10/1967

terça-feira, 5 de abril de 2011

Reflita! O mundo pede Ajuda!!!!


 Essa pergunta foi vencedora em um congresso sobre vida sustentável:
"Todo mundo está 'pensando' 
em deixar um planeta melhor para nossos filhos... 
Quando é que se 'pensará' 
em deixar filhos melhores para o nosso planeta?"

Uma imagem vale mais que mil palavras: "Grupo religioso de BH está no RJ para anunciar a data do fim do mundo dois: 25 de maio de 2011"



OBS: POR FAVOR! NÃO TENTE SE MATAR PENSANDO QUE VAI SER O FIM DO MUNDO E MUITO MENOS ESTOURAR O CARTÃO ENTRE OUTRAS COISAS.

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Prorrogado Inscrições do EREH II

- de 01 de abril a 12 de Abril de 2011:
             Inscrição sem alimentação: 50,00
             Inscrição com alimentação: 70,00


- Prazo para inscrição com apresentação de trabalho 08 de abril de 2011
- Resultado dos aceites dos trabalhos enviados 12 de abril de 2011


OBS: Os estudantes do curso de graduação das escolas de Sergipe, receberão um desconto de 10 reais no valor da inscrição diante os prazos estipulados acima. Porém esta só poderá ser realizada na sala do DALH ou na secretaria do DHI.


Como se inscrever?
1) Baixe ficha de inscrição

2) Preencha todos os dados solicitados corretamente.

3)   Realizar depósito NOMINAL (na boca do caixa) no valor do tipo de inscrição escolhido na seguinte conta
:
Banco do Brasil,

Titular:Rafael Coelho Santana
Agência: 5657-X                   
Conta Poupança: 22.537-1                          
Variação: 01
4) Enviar em anexo o comprovante de depósito digitalizado (escaneado) para o email: ereh2011.inscricao@gmail.com , JUNTAMENTE COM SEU NOME E RG.

5) Esperar confirmação da inscrição, que será enviada para o endereço de email informado no formulário de inscrição.


Obs: Para evitar transtorno guarde o comprovante de depósito, pois será necessário para o credenciamento do encontro.
As datas e prazos acima estão sujeitos a alteração!
Comissão de Inscrição e Credenciamento.



Duvidas acesse: http://iierehnese.blogspot.com/

Tiririca já paga resort com dinheiro público

BRASÍLIA - Com apenas dois meses de mandato como deputado, o palhaço Tiririca (PR-SP), eleito por São Paulo, já usou o dinheiro da Câmara num resort em Fortaleza (CE), capital de seu Estado natal, que fica a 3 mil quilômetros de sua base eleitoral. Ele apresentou à Câmara em março o pedido de reembolso de notas fiscais de R$ 660 de hospedagem e R$ 311 de alimentação no Porto d' Aldeia Resort, hotel que fica em meio a dunas, com piscina e vista para o mar na capital cearense.
O ato n.º 43 de 2009 da Câmara dos Deputados é claro sobre a utilização da cota parlamentar que cada deputado tem direito para efetuar despesas relacionadas com o desempenho do mandato. Por ser representante do eleitorado paulista, Tiririca recebe cerca de R$ 27 mil mensais de benefício, além do próprio salário.
Segundo a norma interna, essa verba extra deve ser 'destinada a custear gastos exclusivamente vinculados ao exercício da atividade parlamentar'.
O gerente do resort, Décio Girão, confirmou ao Estado a presença de Tiririca como hóspede há cerca de duas semanas. A diária do hotel custa, no mínimo, R$ 165 - a despesa com hospedagem ficou em R$ 660.
Noticiário da imprensa local informou que, entre 19 e 21 de março, Tiririca esteve em Fortaleza para visitar parentes.
A reportagem procurou a assessoria do deputado para saber a atividade ligada ao mandato que o levou a pedir à Câmara o reembolso dessa despesa em Fortaleza. A assessoria do parlamentar, no entanto, recusou-se a responder. Para justificar o uso do dinheiro público que custeou hospedagem e alimentação em seu Estado natal, ele precisaria ter desempenhado uma atividade política nos dias em que ficou no local. A assessoria de Tiririca apenas disse que 'a conduta do parlamentar está dentro dos limites previstos às prerrogativas do mandato parlamentar. Portanto, ele não se afastou das normas legais ou das regras estipuladas'.
Humoristas. Nesta sexta-feira, 1º de abril, o Estado revelou que Tiririca usa o dinheiro da Câmara para empregar humoristas do programa de televisão A Praça é Nossa. Foram nomeados como secretários parlamentares os humoristas José Américo Niccolini e Ivan Oliveira, com salários que podem chegar a R$ 8 mil mensais se forem somadas gratificações.
Niccolini e Oliveira moram em São Paulo e não cumprem expediente diário como servidores da Câmara, até porque Tiririca não tem escritório na capital paulista. Os dois assessores ajudaram o palhaço a fazer dois dos slogans principais da campanha eleitoral passada: 'Vote no Tiririca, pior do que está não fica' e 'O que é que faz um deputado federal? Na realidade, não sei. Mas vote em mim que eu te conto'.
O líder do PSOL na Câmara, Chico Alencar (RJ), ironizou o fato de o deputado ter contratado dois humoristas para seu gabinete. Alencar lembrou o slogan no qual Tiririca dizia que não sabia o que fazia um parlamentar para criticar a atitude do colega. 'Ele (Tiririca) está aprendendo de forma equivocada o que é a função de um parlamentar', disse o líder do PSOL.
OBS: o cara ficou bem de terno kkkkkkkkkkkkkkkk

Tiririca aprende de forma equivocada, diz Chico Alencar

O líder do PSOL, deputado Chico Alencar (RJ), ironizou o fato de o deputado Tiririca (PR-SP) ter contratado dois humoristas para seu gabinete. Alencar lembrou o slogan no qual o Tiririca, quando candidato, dizia não saber o que fazia um parlamentar. O slogan era 'o que é que faz um deputado? Na realidade, não sei. Mas vote em mim que eu te conto.' 'Ele (Tiririca) está aprendendo de forma equivocada o que é a função de um parlamentar', criticou o líder do PSOL.
Alencar classificou como 'estranho' o fato de os humoristas estarem contratos para trabalhar em São Paulo, já que Tiririca sequer tem escritório no Estado. 'É estranha essa contratação se ele sequer tem escritório político. É estranho que se formalize um vínculo e se pague salário por uma assessoria que parece ser informal', disse o líder do PSOL.
Reportagem do jornal O Estado de S. Paulo mostrou que Tiririca contratou como assessores parlamentares dois humoristas do programa 'A Praça é Nossa', do SBT: José Américo Niccolini e Ivan de Oliveira. Os dois continuam trabalhando em São Paulo no escritório do grupo Café com Bobagem, do qual fazem parte. Eles afirmam que dão 'ideias' para Tiririca. A assessoria do deputado justificou a contratação dizendo que os dois humoristas vão ajudar o parlamentar a 'desenvolver projetos dentro da temática que o deputado atua'.

domingo, 3 de abril de 2011

Uma imagem vale mais que mil palavras: "Papa Pio XII se reunindo com Adolf Hitler em 1939"


Eugenio Giuseppe Maria Giovanni Pacelli nasceu em Roma no dia dois de março de 1876 e morreu em nove de outubro de 1958. Foi Papa de 1939 até a data da sua morte. Sua postura durante a Segunda Guerra Mundial tem sido motivo de polêmica desde então.
De família da nobreza, era neto de Marcantonio Pacelli, fundador doL'Osservatore Romano, o jornal oficial do Vaticano; sobrinho de Ernesto Pacelli, conselheiro de finanças papal do Papa Leão XII, e filho de Filippo Pacelli, deão dos advogados do Vaticano.
Pacelli tornou-se sacerdote em abril de 1899 e foi nomeado Núncio Apostólico na Baviera em 1917 – durante a Primeira Guerra Mundial – e depois na Alemanha em junho de 1920. Elevado a Cardeal em 1929, no ano seguinte foi nomeado Secretário de Estado. Em 1939, no dia de seu aniversário, Pacelli foi eleito Papa e adotou o nome de Pio XII, em plena preparação para uma nova guerra, na qual sua atuação foi controversa. Chamavam-no de il Tedesco, "o alemão".
Pelo Tratado de Latrão, de 1929, em troca de 750 milhões de liras, o Papado reconheceu o regime de Mussolini. Quando Hitler chegou ao poder em 1933, Pacelli supervisionou os termos da concordata de 20 de julho de 1933, redigidos pelo Monsenhor Gröber que, a pretexto de proteger os católicos, tirou o Führer dos nazistas do isolamento diplomático em que se encontrava nos primeiros momentos da sua ascensão.
Os pedidos de paz do Papa eram feitos em comunicados natalinos, como no discurso feito no Natal de 1942. Há quem diga que o papa, sem especificar quem eram as vítimas, apenas apontou "as centenas e os milhares que, sem falta ou culpa alguma, talvez apenas em razão da sua nacionalidade ou raça, foram marcados pela morte e pela progressiva extinção." Outros afirmam que no comunicado o Papa condenou explicitamente a perseguição judia.
Em 10 de setembro de 1943, com a invasão dos nazistas a Roma, o Papa abriu a Santa Sé aos refugiados. Porém, Pio XII, que dispunha da única rádio independente em toda a Europa ocupada, não fez uma denúncia pública das atrocidades nazistas.
A peça O Vigário (Der Stellvertreter), escrita em 1963 pelo alemão Rolf Hochhuth, denunciou a omissão do papa. Recentemente, a Igreja Católica foi abalada por outra denúncia contra Pio XII: o livro do escritor católico inglês John Cornwell (O Papa de Hitler, a história secreta de Pio XII, ed. Imago), afirma que o que mais ligou o papa aos nazistas era o antijudaísmo de ambos.
Já o livro Pio XII, Eugenio Pacelli, Um Homem no Trono de São Pedro, do jornalista italiano Andréa Tornielli, afirma que as acusações feitas ao pontífice fazem parte de uma "lenda negra" e não encontram respaldo em documentos históricos. Ele cita novos documentos mostrando que, no colégio, Pacelli era amigo de um colega de classe judeu, Guido Mendes.
Em 1965 o Papa Paulo VI deu início à sua beatificação. Em 2000, o papa João Paulo II pediu perdão em nome da Igreja Católica por diversos erros do passado, dentre eles os sofrimentos infligidos aos judeus em nome da religião.